Janeiro 17th, 2007 by olhovivosaquarema
Foram promessas e mais promessas para aproveitar o potencial turístico de Saquarema. Cade?
Enquanto em todo o mundo o turismo é tratado como coisa séria, já que vem a ser uma das atividades econômicas que mais crescem, proporcionando grande volume de negócios e empregos, Saquarema assiste seu enorme potencial se perder. Sem obras de infra-estrutura básica, nem eventos interessantes que não sejam os óbvios (Carnaval, Festa de Nossa Senhora de Nazaré, Aniversário da Cidade, Competições de Surf), não há nada que funcione como atrativo para os que vem de fora e que trazem recursos para melhorar a vida dos saquaremenses. A criatividade, ingrediente fundamental para que se obtenha um calendário turístico dinâmico mesmo sem grandes investimentos, passa longe da atual administração municipal. Hoje, da forma mais obtusa, os responsáveis por essa inércia, dizem que a cidade, somente por sua geografia privilegiada, já está pronta para receber os visitantes. É o que se lê com frequência no jornal Imprensa Livre, aliás do atual secretário de turismo. Ora, isso só vem mostrar a total falta de apetite para lidar com a questão, bem diferente do que parecia tempos atrás, na campanha do Sr. Peres, quando grandes promessas foram feitas. Propaganda enganosa. Lembramos, por exemplo, da caríssima (mais do que muitas das próprias obras) revista produzida pela equipe do atual prefeito, utilizando recursos de computação gráfica para mostrar, ou melhor, montar, como seria Saquarema no futuro, isto é, hoje. Pela publicação, que beleza seriam as orlas das praias da Vila, Vilatur e Jaconé com seus calçadões à Copacabana? Como seriam modernos e confortáveis muitos bairros da cidade totalmente urbanizados? Pura enganação. E os eventos do tal “plano de governo”, que previa não sei quantas atividades esportivas, culturais, rurais e de negócios!? Você se lembra, caro leitor, da realização de algo parecido com Festa do Coco, Festival do Camarão, Festival de Pesca e Congressos profissionais de Médicos e Dentistas ou Feiras Comerciais de Móvel Rústico e Artesanato? E as tais obras de infra-estrutura, como a construção da rodoviária (matéria a parte nesta edição), o aeroporto (hoje quase desativado), a Barra Franca, planejada e iniciada no governo anterior de Dalton Borges e alterada pela atual prefeitura a ponto de ter que sofrer dispendiosa reformulação, já que,como está, provoca sérios problemas ambientais e impedem a entrada na lagoa de embarcações de recreio que não sejam, quando a maré ajuda pequenas lanchas e canoas, E a anunciada construção de um Centro de Convenções, um Parque de Exposiçtes e Parques Ecológicos? Onde estão essas realizações prometidas ao povo de Saquarema? Ao vermos hoje nosso comércio passando por tantas dificuldades e nossos jovens sem emprego, temos vontade de chorar de raiva como o personagem do saudoso Francisco Milani num antigo programa humorístico da tv: “Eu acreditei!!!”
Foram promessas e mais promessas para aproveitar o potencial turístico de Saquarema. Cade?
Enquanto em todo o mundo o turismo é tratado como coisa séria, já que vem a ser uma das atividades econômicas que mais crescem, proporcionando grande volume de negócios e empregos, Saquarema assiste seu enorme potencial se perder. Sem obras de infra-estrutura básica, nem eventos interessantes que não sejam os óbvios (Carnaval, Festa de Nossa Senhora de Nazaré, Aniversário da Cidade, Competições de Surf), não há nada que funcione como atrativo para os que vem de fora e que trazem recursos para melhorar a vida dos saquaremenses. A criatividade, ingrediente fundamental para que se obtenha um calendário turístico dinâmico mesmo sem grandes investimentos, passa longe da atual administração municipal. Hoje, da forma mais obtusa, os responsáveis por essa inércia, dizem que a cidade, somente por sua geografia privilegiada, já está pronta para receber os visitantes. É o que se lê com frequência no jornal Imprensa Livre, aliás do atual secretário de turismo. Ora, isso só vem mostrar a total falta de apetite para lidar com a questão, bem diferente do que parecia tempos atrás, na campanha do Sr. Peres, quando grandes promessas foram feitas. Propaganda enganosa. Lembramos, por exemplo, da caríssima (mais do que muitas das próprias obras) revista produzida pela equipe do atual prefeito, utilizando recursos de computação gráfica para mostrar, ou melhor, montar, como seria Saquarema no futuro, isto é, hoje. Pela publicação, que beleza seriam as orlas das praias da Vila, Vilatur e Jaconé com seus calçadões à Copacabana? Como seriam modernos e confortáveis muitos bairros da cidade totalmente urbanizados? Pura enganação. E os eventos do tal “plano de governo”, que previa não sei quantas atividades esportivas, culturais, rurais e de negócios!? Você se lembra, caro leitor, da realização de algo parecido com Festa do Coco, Festival do Camarão, Festival de Pesca e Congressos profissionais de Médicos e Dentistas ou Feiras Comerciais de Móvel Rústico e Artesanato? E as tais obras de infra-estrutura, como a construção da rodoviária (matéria a parte nesta edição), o aeroporto (hoje quase desativado), a Barra Franca, planejada e iniciada no governo anterior de Dalton Borges e alterada pela atual prefeitura a ponto de ter que sofrer dispendiosa reformulação, já que,como está, provoca sérios problemas ambientais e impedem a entrada na lagoa de embarcações de recreio que não sejam, quando a maré ajuda pequenas lanchas e canoas, E a anunciada construção de um Centro de Convenções, um Parque de Exposiçtes e Parques Ecológicos? Onde estão essas realizações prometidas ao povo de Saquarema? Ao vermos hoje nosso comércio passando por tantas dificuldades e nossos jovens sem emprego, temos vontade de chorar de raiva como o personagem do saudoso Francisco Milani num antigo programa humorístico da tv: “Eu acreditei!!!”
Foram promessas e mais promessas para aproveitar o potencial turístico de Saquarema. Cade?
Enquanto em todo o mundo o turismo é tratado como coisa séria, já que vem a ser uma das atividades econômicas que mais crescem, proporcionando grande volume de negócios e empregos, Saquarema assiste seu enorme potencial se perder. Sem obras de infra-estrutura básica, nem eventos interessantes que não sejam os óbvios (Carnaval, Festa de Nossa Senhora de Nazaré, Aniversário da Cidade, Competições de Surf), não há nada que funcione como atrativo para os que vem de fora e que trazem recursos para melhorar a vida dos saquaremenses. A criatividade, ingrediente fundamental para que se obtenha um calendário turístico dinâmico mesmo sem grandes investimentos, passa longe da atual administração municipal. Hoje, da forma mais obtusa, os responsáveis por essa inércia, dizem que a cidade, somente por sua geografia privilegiada, já está pronta para receber os visitantes. É o que se lê com frequência no jornal Imprensa Livre, aliás do atual secretário de turismo. Ora, isso só vem mostrar a total falta de apetite para lidar com a questão, bem diferente do que parecia tempos atrás, na campanha do Sr. Peres, quando grandes promessas foram feitas. Propaganda enganosa. Lembramos, por exemplo, da caríssima (mais do que muitas das próprias obras) revista produzida pela equipe do atual prefeito, utilizando recursos de computação gráfica para mostrar, ou melhor, montar, como seria Saquarema no futuro, isto é, hoje. Pela publicação, que beleza seriam as orlas das praias da Vila, Vilatur e Jaconé com seus calçadões à Copacabana? Como seriam modernos e confortáveis muitos bairros da cidade totalmente urbanizados? Pura enganação. E os eventos do tal “plano de governo”, que previa não sei quantas atividades esportivas, culturais, rurais e de negócios!? Você se lembra, caro leitor, da realização de algo parecido com Festa do Coco, Festival do Camarão, Festival de Pesca e Congressos profissionais de Médicos e Dentistas ou Feiras Comerciais de Móvel Rústico e Artesanato? E as tais obras de infra-estrutura, como a construção da rodoviária (matéria a parte nesta edição), o aeroporto (hoje quase desativado), a Barra Franca, planejada e iniciada no governo anterior de Dalton Borges e alterada pela atual prefeitura a ponto de ter que sofrer dispendiosa reformulação, já que,como está, provoca sérios problemas ambientais e impedem a entrada na lagoa de embarcações de recreio que não sejam, quando a maré ajuda pequenas lanchas e canoas, E a anunciada construção de um Centro de Convenções, um Parque de Exposiçtes e Parques Ecológicos? Onde estão essas realizações prometidas ao povo de Saquarema? Ao vermos hoje nosso comércio passando por tantas dificuldades e nossos jovens sem emprego, temos vontade de chorar de raiva como o personagem do saudoso Francisco Milani num antigo programa humorístico da tv: “Eu acreditei!!!”
Foram promessas e mais promessas para aproveitar o potencial turístico de Saquarema. Cade?
Enquanto em todo o mundo o turismo é tratado como coisa séria, já que vem a ser uma das atividades econômicas que mais crescem, proporcionando grande volume de negócios e empregos, Saquarema assiste seu enorme potencial se perder. Sem obras de infra-estrutura básica, nem eventos interessantes que não sejam os óbvios (Carnaval, Festa de Nossa Senhora de Nazaré, Aniversário da Cidade, Competições de Surf), não há nada que funcione como atrativo para os que vem de fora e que trazem recursos para melhorar a vida dos saquaremenses. A criatividade, ingrediente fundamental para que se obtenha um calendário turístico dinâmico mesmo sem grandes investimentos, passa longe da atual administração municipal. Hoje, da forma mais obtusa, os responsáveis por essa inércia, dizem que a cidade, somente por sua geografia privilegiada, já está pronta para receber os visitantes. É o que se lê com frequência no jornal Imprensa Livre, aliás do atual secretário de turismo. Ora, isso só vem mostrar a total falta de apetite para lidar com a questão, bem diferente do que parecia tempos atrás, na campanha do Sr. Peres, quando grandes promessas foram feitas. Propaganda enganosa. Lembramos, por exemplo, da caríssima (mais do que muitas das próprias obras) revista produzida pela equipe do atual prefeito, utilizando recursos de computação gráfica para mostrar, ou melhor, montar, como seria Saquarema no futuro, isto é, hoje. Pela publicação, que beleza seriam as orlas das praias da Vila, Vilatur e Jaconé com seus calçadões à Copacabana? Como seriam modernos e confortáveis muitos bairros da cidade totalmente urbanizados? Pura enganação. E os eventos do tal “plano de governo”, que previa não sei quantas atividades esportivas, culturais, rurais e de negócios!? Você se lembra, caro leitor, da realização de algo parecido com Festa do Coco, Festival do Camarão, Festival de Pesca e Congressos profissionais de Médicos e Dentistas ou Feiras Comerciais de Móvel Rústico e Artesanato? E as tais obras de infra-estrutura, como a construção da rodoviária (matéria a parte nesta edição), o aeroporto (hoje quase desativado), a Barra Franca, planejada e iniciada no governo anterior de Dalton Borges e alterada pela atual prefeitura a ponto de ter que sofrer dispendiosa reformulação, já que,como está, provoca sérios problemas ambientais e impedem a entrada na lagoa de embarcações de recreio que não sejam, quando a maré ajuda pequenas lanchas e canoas, E a anunciada construção de um Centro de Convenções, um Parque de Exposiçtes e Parques Ecológicos? Onde estão essas realizações prometidas ao povo de Saquarema? Ao vermos hoje nosso comércio passando por tantas dificuldades e nossos jovens sem emprego, temos vontade de chorar de raiva como o personagem do saudoso Francisco Milani num antigo programa humorístico da tv: “Eu acreditei!!!”
Foram promessas e mais promessas para aproveitar o potencial turístico de Saquarema. Cade?
Enquanto em todo o mundo o turismo é tratado como coisa séria, já que vem a ser uma das atividades econômicas que mais crescem, proporcionando grande volume de negócios e empregos, Saquarema assiste seu enorme potencial se perder. Sem obras de infra-estrutura básica, nem eventos interessantes que não sejam os óbvios (Carnaval, Festa de Nossa Senhora de Nazaré, Aniversário da Cidade, Competições de Surf), não há nada que funcione como atrativo para os que vem de fora e que trazem recursos para melhorar a vida dos saquaremenses. A criatividade, ingrediente fundamental para que se obtenha um calendário turístico dinâmico mesmo sem grandes investimentos, passa longe da atual administração municipal. Hoje, da forma mais obtusa, os responsáveis por essa inércia, dizem que a cidade, somente por sua geografia privilegiada, já está pronta para receber os visitantes. É o que se lê com frequência no jornal Imprensa Livre, aliás do atual secretário de turismo. Ora, isso só vem mostrar a total falta de apetite para lidar com a questão, bem diferente do que parecia tempos atrás, na campanha do Sr. Peres, quando grandes promessas foram feitas. Propaganda enganosa. Lembramos, por exemplo, da caríssima (mais do que muitas das próprias obras) revista produzida pela equipe do atual prefeito, utilizando recursos de computação gráfica para mostrar, ou melhor, montar, como seria Saquarema no futuro, isto é, hoje. Pela publicação, que beleza seriam as orlas das praias da Vila, Vilatur e Jaconé com seus calçadões à Copacabana? Como seriam modernos e confortáveis muitos bairros da cidade totalmente urbanizados? Pura enganação. E os eventos do tal “plano de governo”, que previa não sei quantas atividades esportivas, culturais, rurais e de negócios!? Você se lembra, caro leitor, da realização de algo parecido com Festa do Coco, Festival do Camarão, Festival de Pesca e Congressos profissionais de Médicos e Dentistas ou Feiras Comerciais de Móvel Rústico e Artesanato? E as tais obras de infra-estrutura, como a construção da rodoviária (matéria a parte nesta edição), o aeroporto (hoje quase desativado), a Barra Franca, planejada e iniciada no governo anterior de Dalton Borges e alterada pela atual prefeitura a ponto de ter que sofrer dispendiosa reformulação, já que,como está, provoca sérios problemas ambientais e impedem a entrada na lagoa de embarcações de recreio que não sejam, quando a maré ajuda pequenas lanchas e canoas, E a anunciada construção de um Centro de Convenções, um Parque de Exposiçtes e Parques Ecológicos? Onde estão essas realizações prometidas ao povo de Saquarema? Ao vermos hoje nosso comércio passando por tantas dificuldades e nossos jovens sem emprego, temos vontade de chorar de raiva como o personagem do saudoso Francisco Milani num antigo programa humorístico da tv: “Eu acreditei!!!”
